Riscos que o Dark Data pode trazer para a sua empresa

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]De acordo com a evolução das empresas e da tecnologia, a governança dos dados tem criado uma série de desafios e oportunidades. Entender mais sobre como os dados funcionam é crucial para competitividade de sua empresa no mercado.

É notória a velocidade, variedade e volume de crescimento de informações estruturadas e não estruturadas. Isto podem contribuir para o crescimento de uma organização, porém, o que pode ser muito valioso e rentável pode se tornar extremamente perigoso quando não se sabe dos riscos que o Dark Data traz para a sua empresa.

 

O que é Dark Data?

Para expor exatamente o significado em português, seriam os dados redundantes, orfãos, antigos ou triviais. É um tipo de dado que não se transforma em informação útil, ou contribuiu para isto, porém estão sendo guardados sem um propósito estabelecido para o futuro.

É estimado que 90% dos dados gerados “Dark Data”. Grande parte das discussões gira em torno do valor potencial desses dados para uma empresa. Contudo, analisar essas informações é caro, mas destruí-las pode ser muito arriscado, ou até mesmo mantê-las mais que o necessário pode gerar multas ou exposição (GDPR) .

Muitas organizações ainda não sabem como lidar com “Dark Data”, a maioria os vê como dados sem custo e sem risco, porém, eles tem o potencial de comprometer a segurança e imagem de uma empresa, além de onerar o TCO.

 

Conheça os riscos do Dark Data

 

1. Perda de reputação

As violações de segurança dos dados representam um grande mal as organizações. Qualquer informação acessada indevidamente pode ser usada para atacar o seu próprio sistema de segurança de informação. Deste modo, proteger seus dados ajuda a manter a sua reputação, mas para isso é importante ter controle sobre todos os dados gerados pela organização.

 

2. Custos com compliance

Estar em conformidade com as leis e regulamentos externos e internos pode gerar gastos significativos quando se armazena um grande números de dados. A lei GDPR que entrará em 2018, obrigará muitas as organizações a melhorarem sua governança, do contrário pagarão multas.

 

3. Menos conhecimento sobre os seus dados

Quando um dado não é usado a tendência é que seu conteúdo e propósito sejam esquecidos. Porém, torna esse dado vulnerável e caro, consumindo toda infraestrutura envolvida para mantê-lo.

 

4. Custos por perda de relevância

Dados perdem grande parte do seu valor potencial em menos de um ano, mas permanecem por décadas consumindo recursos. Conhecer o “Dark Data” é uma medida que pode ser usada para eliminar esses gastos e espaço usados desnecessariamente, afetando seu TCO, RTO, RPO, etc.

 

5. Dificuldade para achar informação valiosa

Dark Data é o tipo de dados não possui um propósito propriamente dito, mas gera complexidade para encontrar informações que de fato sejam pertinentes à empresa.
Além disso, por se tratar de um valor não estimado, não é possível avaliar o custo de investimento para a sua investigação ou restauração.

 

Para manter a segurança de informação da sua empresa, é essencial entender os dados, seus valores, onde são armazenados e o que eles representam para a organização e quem utiliza.

É possível definir políticas para otimizar o gerenciamento desses dados com o objetivo de diminuir a quantidade de Dark Data e aumentar a eficiência deste setor.

Entendemos que a governança dos dados é um dos pilares para atingir a transformação digital, o que tornará a sua empresa mais competitiva.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

IoT: como a Internet das Coisas traz benefícios no meio corporativo

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é um conceito que tem ganhado cada vez mais força e popularidade em diversos meios. Tratam-se de princípios bastante promissores relacionados à capacidade de controlar objetos de nosso trabalho utilizando a internet. Em tempos de constante mudança e renovação, se falava que “A Internet das Coisas é algo do futuro”. Mas, ao contrário do que se especulava, a IoT já está presente em diversos formatos, especialmente no mundo dos negócios.

Segundo a consultoria Gartner, a IoT, junto com a computação cognitiva, blockchain e outras tecnologias emergentes, deve tomar conta das relações corporativas já em 2018, otimizando processos, dinamizando rotinas e potencializando resultados. Conheça mais sobre as tendências tecnológicas para 2018.

Entre os diversos benefícios, a IoT permite às empresas fazer uma grande economia de recursos financeiros. Isto porque possibilita a diminuição do quadro de funcionários, promove redução no consumo de eletricidade, amplia a vida útil dos equipamentos da empresa, entre outros cortes de custos.

Para que seja utilizada da melhor forma, a IoT exige cuidados com a segurança, pois os dispositivos estarão conectados e possívelmente vulneráveis, e com o tipo desta conexão, afinal, a forma de comunicação torna-se cada vez mais complexa – o que abre uma vertente na computação em nuvem para o chamado Edge Computing. Apesar da preocupação com estes cuidados e investimentos, eles são justificados pelos enormes benefícios da IoT, como estes que listamos abaixo.

 

Integração entre clientes e setores

A Internet das Coisas permite uma automação muito mais completa, autônoma e integrada da empresa entre os suas diversas áreas e também entre a companhia e clientes, facilitando o atendimento e potencializando resultados através da sintonia entre diferentes times.

 

Constante monitoramento

Usando dispositivos altamente configuráveis e customizáveis, empresas estão otimizando, em tempo real, estatísticas de vendas, churn, ticket médio, alcance de metas, desempenhos individuais e coletivos de profissionais, entre outros dados que exigiriam uma auditoria completa há pouco tempo.

Além de manter um olhar interno à empresa, dispositivos relacionados à IoT monitoram ainda, durante 24 horas, todos os riscos que o negócio sofre em relação às ameaças constantes do mercado. É uma tendência que, associada à experiência de consultores e Inteligência Artificial, permite a adoção de estratégias rápidas e assertivas para tomar decisões rentáveis.

 

Falhas e erros

Com a Internet das Coisas, muito mais sistemas de sua empresa, que se relacionam com equipamentos e processos, estarão submetidos a métodos e padrões digitais de execução. Com isso, falhas e erros se tornam mais previsíveis, podendo ser corrigidos antes mesmo que aconteçam e causem prejuízos ao negócio. Com essa previsibilidade, toda a companhia sai ganhando e o trabalho dos colaboradores se torna mais eficiente.

 

Autonomia para funções operacionais

Muitas ocupações em uma empresa podem ser desempenhadas com mais performance por máquinas do que por pessoas. Entretanto, há outros trabalhos nos quais o uso da inteligência humana é indispensável. A Internet das Coisas permite que a sua empresa use as cabeças para funções estratégicas, de gestão e de liderança, enquanto as máquinas fazem o trabalho mecânico e padronizado que exigem precisão, agilidade e repetição constante.

 

Coletar feedbacks precisos

Nos próximos 5 anos, a IoT deve aprimorar outra tecnologia chamada Gêmeos Digitais, ou Digital Twins em inglês, que possivelmente se espalhará pelas empresas. É como uma cópia digital de um ativo ou processo, que recebe estímulos e oferece feedbacks sobre os mais diversos produtos e serviços. Associando estes insights a toda capacidade técnica de ferramentas de Computação Cognitiva, como o Watson, da IBM, a tendência é que as empresas consigam ler tendências e descobrir anseios de seus clientes com muito mais precisão.

 

Saiba mais sobre outras tendências tecnológicas:

Inteligência Artificial – Descubra a visão dos executivos
Cloud Computing – Conheça os modelos de nuvem
Edge Computing – A evolução da cloud para IoT
Blockchain – Muito além do bitcoin[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Anatomia de um Bot – Parte II

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]No último artigo iniciamos a análise dos “pedaços” de um bot, abordando a personalidade, inteligência artificial, conversa e interações ricas.

Agora, confira abaixo as outras partes desta anatomia.

Se você não leu a primeira parte deste artigo, clique aqui.

 

Contexto e memória

Estes são os dois aspectos mais complicados do seu bot. Os seres humanos acompanham o estado e o contexto enquanto fazem conversas. Portanto, bots necessitam