Como ter sucesso na API Economy

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A exposição de serviços via API é uma das inovações, cuja adoção é crescente no mercado corporativo na atualidade, principalmente por ser uma ferramenta impulsionadora de novos negócios para empresas de qualquer ramo. Através de uma Interface de Programação de Aplicações (API), um negócio pode gerar novas parcerias, novos projetos, canais de venda, modelos de negócio mais atraentes, entre tantos outros benefícios, tudo por conta da transação de dados entre duas ou mais empresas.

A API é um conjunto de padrões e rotinas estabelecidas através de um software para a utilização das suas funcionalidades por aplicativos que não possuem a mesma função e, por isto, que essas aplicações se interessam em integrar-se umas às outras, complementando as informações e serviços da empresa.

É importante ressaltar que a API funciona como uma espécie de ponte entre serviços diferenciados para melhor atender ao usuário e gerar melhores negócios para as empresas. Por conta disso, ela é transparente para os usuários, que conseguem visualizar apenas as interfaces dos aplicativos e softwares. Somente os próprios desenvolvedores conseguem entrar nesse sistema e modificá-lo de acordo com os interesses e necessidades de uma empresa.

Apesar desse compartilhamento de informações e funcionalidades disponibilizadas entre as empresas através das APIs, essas interfaces conseguem proporcionar essa função de maneira segura.

Através de uma espécie de filtro desenvolvido pelos programadores, e disponibilizado de forma nativa por uma plataforma de API, apenas as informações que a empresa realmente quer compartilhar com uma ou mais empresas, é que serão disponibilizadas. Ou seja, o risco de invasão de dados da empresa, de modelos de programação, serviços, informações pessoais, entre outros, é reduzido.

Essa segurança é possível graças ao desenvolvimento do API Gateway, que cria um ponto único de acesso, reforçando através de diversas políticas de segurança, quem acessa suas APIs. Esse funciona como uma ferramenta que filtra o tráfego de internautas e empresas que se tornaram parceiras do API, protegendo assim, os dados que não podem ser divulgados. Dessa forma, essa ferramenta direciona o chamado à API para o local correto.

Entenda a influência das API’s na lucratividade das empresas.

 

Novos modelos de negócio

O rápido aumento de um número de modelos de negócios inovadores, centrados em API, vem ameaçando os players já estabelecidos no mundo. As organizações têm usado cada vez mais APIs para reunir ecossistemas parceiros, gerar novos modelos de negócios e novas fontes de valor.

Atualmente, existem três novos modelos de negócios com APIs, que vem sendo dominantes: consumo direto, criação de mercado e ativação de ecossistema.

No modelo de consumo direto, uma organização desenvolve e oferece APIs diretamente para consumidores. Esse é o modelo primário para o uso interno das APIs. Com estas, os consumidores são capazes de ter acesso a serviços caros e lentos para serem implementados. Além disso, é possível ter acesso à fontes de dados específicas, como as relacionadas a mídias sociais, serviços meteorológicos e de geolocalização, por exemplo.

Em relação ao modelo de criação de mercado, as empresas agregam valor aos serviços dos produtores de API e procuram atrair uma nova massa de consumidores para criar um mercado. Através de comissões ou taxas, é possível gerar receita para serviços prestados às empresas. Dessa forma, a API permite localizar os consumidores e produtores, para combiná-los em tempo hábil e executar transações comerciais entre eles.

Já o modelo de ativação de ecossistema, permite que uma empresa use APIs para gerar vendas por meio de parceiros ou terceiros. Com isso, a empresa consome APIs de várias organizações para criar um serviço que pode ser revendido por outras pessoas ou parceiros, que podem reutilizá-lo, ou enriquecer sua oferta.

 

Monetização das APIs

Além de conhecer os modelos de negócios possíveis, as empresas devem estar cientes de como monetizar o uso da API para obter receita. Existem três formas estratégicas para obter esse retorno: monetização indireta ou intangível, monetização transacional e monetização baseada em produto.

A monetização indireta é a forma predominante para retorno estratégico e interno. Sites como Google, Facebook, Twitter e outras empresas, fornecem APIs gratuitamente para obter insights analíticos ou melhorar a presença no mercado. O uso de APIs dentro das organizações também é uma forma de monetização que, na maioria das vezes, não é cobrado.

Na monetização transacional, as APIs capturam a receita por meio do uso direto. Os produtores cobram os consumidores da API pelo número de vezes que a mesma é acessada.

Já a monetização baseada em produto, se baseia APIs no lucro por meio da entrega de produtos ou pacotes de serviços, através de taxas fixas, participação nos lucros ou valor agregado. Nessa estratégia, o uso do próprio serviço é a base da monetização.

 

Como obter sucesso com a API

Para alcançar o objetivo com o uso de uma ferramenta API, a empresa precisa ter em mente que esse é um novo modelo de negócio. A área de Tecnologia da Informação (TI) de uma empresa deve estar em constante movimento junto aos gestores para definir, antes de qualquer coisa, o que a mesma quer atingir e proporcionar como negócio na Web. Qual é o público-alvo do compartilhamento de funções, quais são as empresas que ela quer atingir com seus serviços e se quer que seja aplicado de forma pública ou privada.

Após essas definições, traçar um plano de API é fundamental para que os resultados futuros não saiam do escopo imaginado e para que aconteça de maneira segura. É importante saber como os dados se comportaram para outros usuários, o que isso gerou de evolução monetária para outras empresas, como isso foi aplicado e as dificuldades enfrentadas.

Para que suas aplicações sejam bastante utilizadas pelos usuários e empresas da Web, é preciso estudar junto com a área de TI, como distribuir isso de maneira pública para atrair compartilhamentos. Vislumbrar como a aplicação será útil para um nicho específico, possibilitará que a mesma seja incrementada para um ramo de negócio. Assim, outras empresas começarão a compartilhar de suas aplicações e seus concorrentes terão dificuldade em alcançá-lo.

Porém, como gestor, você não precisa expor suas APIs para toda a Web. Ela pode estar disponível para um público específico ou empresas específicas, ou até mesmo para o uso interno de uma empresa.

É relevante esboçar um planejamento de exposição de APIs, entretanto é preciso acelerar essa adoção para que essa iniciativa colabore com o sucesso de sua empresa.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Infográfico: Automatização de Serviços

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A Automatização Robótica de Processos, ou Robotic Processs Automation (RPA, em inglês), já traz diversos benefícios em vários segmentos e tornou-se uma das principais ferramentas do Digital Labor.

 

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Bot Design – O Fator de Sucesso para o seu Chatbot

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Bot Design – O Fator de Sucesso para o seu Chatbot – por Guilherme Magalhães

A confecção de um bot é um campo ainda a ser explorado, expandido e, consequentemente, a ser criado boas práticas em torno dele. Para o design de um bot, existem muitas informações disponíveis sobre como fazer, pensar, desenhar, entre outras. Mas quais são, de fato, boas práticas já estabelecidas neste curto período de implementação em larga escala de bots?

Para responder a essas questões, antes devemos analisar vários pontos ao pensar em como vamos avaliar o que o bot deve responder, qual o fluxo de sucesso para a conversa, o que acontece quando o usuário vai por um fluxo diferente do esperado quando o bot não consegue achar uma resposta. São muitas possibilidades, o que fazer?

Todas essas questões, de primeiro momento, pode parecer que esbarram em problemas de capacidade tecnológica das plataformas atuais, mas na verdade, as plataformas atuais estão em um estágio bem avançado na criação desses agentes de comunicação. O ponto a ser analisado está muito mais voltado para o design do bot e como podemos pensar sua implementação, pois somente com um design correto poderemos atender de uma maneira clara e totalmente voltada para a visão do cliente, centrado em sua demanda e necessidade.

Vale lembrarmos que os chatbots são uma interface de interação única, totalmente diferente do que tivemos com outras UI’s antecessoras, como desktop, web, mobile, entre outros. Com essa nova UI, temos uma nova forma de apresentar a marca ao usuário, conversar com ele, entender suas necessidades e anseios e entender como podemos atendê-lo de uma maneira precisa e clara.

Por esse motivo, podemos listar pontos essenciais para o design, pontos bons/importantes e pontos que achamos que bons bots devem implementar para ter sucesso na hora de atender seu usuário.

Quais pontos devemos implementar em um Bot:

 

Comandos de ajuda para o usuário

Nada melhor para o usuário do que ter a qualquer momento a possibilidade de perguntar sobre o que o bot pode fazer ou ajudar, ou até mesmo escrever um comando que mostra todas as possibilidades de interação que ele tem ali, isso é essencial para guiar o usuário e não deixar ele se perder pelos inúmeros possíveis flows de conversa;

 

Não deixar o usuário simplesmente esperar

Se existe uma ação que vai levar mais tempo para o bot responder, seja por motivos de integração, latência, informações espalhadas, entre outras. Precisamos notificar que o bot est