Certsys participa de edição do RPA Congress

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

Evento realizado em São Paulo, no mês de maio, debateu força de transformação do RPA como ferramenta digital

Nos dias 14 e 15 de maio, a Certsys, empresa do setor de TI especializada em inovação e desenvolvimento de soluções tecnológicas, expôs e participou de palestra na sétima edição do RPA Congress, realizado no Centro de Convenções Rooftop 5, em São Paulo, que discutiu a automação robótica de processos utilizada no mercado mundial.

O nome escolhido pela Certsys para debater e trocar experiências com os consultores, especialistas da indústria e usuários da ferramenta foi o de Max Cardoso, Consultor Sênior de RPA, com mais de 25 anos de experiência na liderança de projetos de soluções em TI no Brasil e no mundo. No dia 15, Cardoso palestrou sobre o tema Crie seus RPA Bots Inteligentes com Cognitive Automation. Durante a conversa, tecnologias, métodos e cases para criação de bots inteligentes foram apresentados aos ouvintes.

O Congresso traz à tona a Transformação do RPA como ferramenta digital para o processamento de tarefas com alto grau de rotinas e uso intensivo de mão de obra, estudos de casos de organizações mundiais e o uso do RPA – Robotic Process Automation – pelas empresas como facilitador da prestação de serviços, aumento de produtividade e redução de custos.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][vc_column_text]SOBRE A CERTSYS

Eleita como uma das 100 empresas mais promissoras do mundo em implementação de soluções baseadas em tecnologia IBM, a Certsys atua fortemente na Transformação Digital das empresas, liderando grandes mudanças através de tecnologias inovadoras.

Para mais informações sobre a Certsys, visite: www.certsys.com.br[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][vc_column_text]Mais informações:
Olívia Miquelino
Assessoria de Imprensa
olivia.miquelino@certsys.com.br
(11) 5084-2984 | (11) 94965-4156 [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Certsys cria laboratório de inovação para aceleração de projetos

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A Certsys, apresenta o Certsys Labs, novidade que apoiará a aceleração de projetos de clientes e desenvolverá soluções baseadas em inovação. A ideia é contar com um local de aplicação para projetos de áreas como Inteligência Artificial, Data Science e Devops.

De acordo com o CEO da caompanhia, Stiverson Palma, a intenção é ter um espaço criativo e colaborativo, onde novos conhecimentos sejam trocados e ideias desenvolvidas. “Pensamos em potencializar e acelerar processos que já estão espalhados nos diversos times da empresa. Com o Certsys Labs será possível ter um espaço para oferecermos condições mais favoráveis ​​para que a inovação ocorra entre nossos colaboradores”, comenta.

Com o lançamento, a Certsys adiciona à sua arquitetura e espaço físico mais potencial e abrangência às suas soluções tecnológicas. Além disso, o novo ambiente promete incentivar ainda mais o poder criativo da equipe, com ganhos para a cultura da empresa, como uma comunicação interna mais efetiva e alinhada.

Expansão e crescimento

Com as inovações do Certsys Labs, a meta é fazer com que a empresa atinja o crescimento de 10 vezes em volume de vendas até o final de 2023, alcançando o patamar de outras gigantes do setor de Tecnologia da Informação.

Ampliar as fronteiras de atuação para a América Latina também está entre os objetivos da Certsys a partir de 2020, começando por Colômbia, Chile e Peru. Como parte da estratégia de expansão, a empresa tem renovado seu leque de parceiros desde 2018 com fabricantes líderes do mercado como Nutanix, Forcepoint, Darktrace, Dynatrace e Redhat.

“Nosso plano é ganhar em tempo e escala de soluções, atendendo cada vez mais rápido e melhor nossos clientes. Esse primeiro passo vai nos possibilitar extrapolar a criatividade nos processos, já que a equipe terá uma liberdade muito grande para testar novas soluções, cada vez mais disruptivas para o mercado”, conta Palma.

A Certsys mira chegar no volume de vendas de R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos, com um aumento exponencial dos negócios, cada vez mais inovadores e criativos para o mercado.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][vc_column_text]SOBRE A CERTSYS

Eleita como uma das 100 empresas mais promissoras do mundo em implementação de soluções baseadas em tecnologia IBM, a Certsys atua fortemente na Transformação Digital das empresas, liderando grandes mudanças através de tecnologias inovadoras.

Para mais informações sobre a Certsys, visite: www.certsys.com.br[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][vc_column_text]Mais informações:
Máindi – Engajamento e Performance
Beatriz Grespan – beatriz.grespan@maindi.com.br
Gefferson Eusébio – gefferson.eusebio@maindi.com.br[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Robôs assistidos e não assistidos

Como o assunto RPA (Robotic Process Automation) está em alta, hoje é possível encontrar muita informação na web produzida por fabricantes e implementadores. Para sermos mais assertivos, este artigo traz informações que acreditamos ter maior relevância na hora de escolher e desenvolver seu projeto de automação de RPA, baseado na experiência do especialista Max Cardoso, consultor sênior de RPA da Certsys.

Sua experiência ao longo dos anos em desenvolvimento e integração de soluções, ensinou que uma boa solução é aquela que você consegue defender com pelo menos um conceito, mesmo que você não seja um técnico. Com base nisso, foi definido para este tema um conceito considerado muito importante para a largada da jornada de automação com RPA, por ser um divisor de águas na configuração do seu ambiente de automação e no orçamento do seu projeto: tipos de robôs de RPA.

Estamos falando de bots assistidos e bots não assistidos. Basicamente o que difere um do outro é que o bot assistido não precisa de um orquestrador, mas a compreensão do impacto do uso de robôs sem orquestração poderá influenciar drasticamente na solução e no orçamento do seu projeto. No entanto, você poderá encontrar oportunidades de uso para os dois tipos em sua organização, desde que conheça suas limitações, capacidades e benefícios. Para explicar este conceito, vamos contar um pouco a história da evolução das tecnologias RPA:

  • Robôs Assistidos – Tudo começou com eles. Quando as primeiras soluções RPA surgiram comercialmente, as principais aplicações foram na automação de operações de atendimento Front Office e BackOffice, onde havia alta demanda devido à grande quantidade de mão de obra concentrada e envolvida em atividades baseadas em regras e tarefas repetitivas. Os robôs assistidos instalados na estação de trabalho, com pequenas tarefas assistidas pelo usuário, como, por exemplo: recuperar históricos de atendimentos anteriores, complementar dados do cliente em formulários copiando de um sistema para outro, entre outros, poderiam suplementar o humano, enquanto ele dava maior atenção ao cliente do outro lado da linha ou acelerava o processo de resposta ao cliente nas operações de BackOffice. O efeito disso foi a aceleração das interações com múltiplos sistemas durante o processo de atendimento e uma geração exponencial na redução do tempo médio de atendimento e de tratamento, o que beneficiava o planejamento de recursos da operação em função do SLA de atendimento. O modelo se provou eficaz e quanto mais o “robôzinho” aprendia sobre o atendimento em um determinado segmento, mais rápido e eficiente se tornava a operação e sua expansão horizontal. Outro benefício deste modelo foi o baixo risco na operação, caso o robô falhasse o humano estava ali para corrigir. Foi aí que o bot  assistido se apresentou como uma poderosa ferramenta para acelerar a expansão das operações de Call Centers trazendo benefícios indiretos que até então não eram possíveis com uma só tecnologia, como a redução do tempo de treinamento e da curva de aprendizado, isso sem falar no impacto para definição dos perfis nas contratações. Outro fator que acelerou a expansão foi a questão da segurança, os bots usavam as credenciais do usuário para automatizar as tarefas. Rapidamente o modelo se expandiu para o BackOffice (segundo nível de atendimento), onde as filas aumentaram em razão do aceleramento do atendimento do primeiro nível. E foi aí que iniciaram as novas necessidades nas plataformas de RPA.
  • Robôs não Assistidos – Com o sucesso dos casos de uso de automação assistida, rapidamente surgiram as demandas de automação de tarefas sem assistência humana. Robôs instalados em desktops disparavam e executavam tarefas a partir de gatilhos ou agendamento, lendo fontes de dados em planilhas, arquivos ou telas. Tudo estava indo bem até que alguém fez uma pergunta: O robô rodou direitinho hoje? Para responder essa pergunta era necessário consultar sistemas, olhar e-mail, arquivos de logs ou planilha. O mesmo ocorria quando era necessário rastrear os status das tarefas (falhas, históricos, agendamentos, andamento, etc).
  • Ambiente de controle e governança de bots – Nasce o requisito da plataforma de orquestração dos robôs. Esta plataforma teria como propósito inicial, permitir agendamento, monitoramento do ambiente de automação, auditar processo e atividades humanas, controlar recursos e acessos ao ambiente de automação.

Em pouco tempo, serviria também para medir a eficácia da força de trabalho automatizada. Agora os robôs poderiam ser planejados de modo autônomo para executar qualquer tarefa a partir do agendamento de tarefas ou fluxos de trabalho. E mais! Poderiam ser desenvolvidos em compliance com as normas corporativas. Essa evolução elevou as expectativas do RPA para outro nível, atividades de BackOffice voltadas para as operações das áreas fiscais, financeiras, contábeis, recursos humanos, suprimentos e até mesmo nos processos de TI, tais como: gerenciamento de acessos, backup e automação de monitoração de alertas. Além do aumento da abrangência de automação nas organizações, saindo das áreas de operações de central de atendimento, o RPA “tomou corpo” nas áreas de negócio dos segmentos financeiros, seguros, serviços e varejo com o conceito de trabalho digital. Mas nada disso seria possível sem a evolução do robô não assistido e das salas de controle.

Hoje as principais plataformas de RPA que são referências no mercado tem centrais de controle bem evoluídas para gerenciamento dos bots não assistidos. Além dos recursos monitoramento dos bots e desktops, os bots geram insights para áreas de negócios a partir dos processos automatizados. Questões de segurança também passaram a ser uma preocupação para estas plataformas que hoje permitem gestão de perfis de acesso, armazenamento seguro de credencias e auditoria. Gestão de configuração, controle de versão, enfim, coisas que são comuns num ambiente de desenvolvimento agora também podem ser encontradas nas plataformas de RPA. No quesito arquitetura também evoluíram com as melhores práticas de gove