Automatizar Processos de maneira eficiente e sustentável

Tendo em vista a importância de uma gestão consistente, se torna impraticável um projeto de RPA (Robotic Process Automation) sem a presença de uma governança bem planejada e exercitada. A performance da automação de processos é reflexo do modelo de gerenciamento perpetuado na empresa, por isso a presença de um CoE (Centro de Excelência) é tão importante.

A eficiência do plano de automação é resultado de uma gestão sólida

Ainda que o RPA seja fundamental para agregar escalabilidade ao negócio, seu fluxo de automações necessita de uma organização prévia e uma gestão periódica. Esse ciclo de análise dos processos e reestruturação das funcionalidades, reduz os riscos operacionais porque visualiza a operação como um todo, sem esquecer das especificidades de cada serviço.

Por intermédio do CoE podemos investir em hiperautomação e aderir outras soluções, porque a maturidade do negócio se encontra mais concreta.

O centro de excelência opera como suporte nas etapas de investimento, planejamento, execução e supervisão das demandas de RPA. Além de auxiliar na governança e ser um facilitador de mudanças necessárias, o CoE colabora com a rotina de administração das automações e avaliação das prioridades técnicas. 

Todo resultado bom parte de uma boa governança

Apesar do RPA ser uma tecnologia independente e de processos autônomos, quando não bem gerenciado e acompanhado superficialmente, seu desempenho fica vulnerável e sua eficiência também. Automações são ágeis por serem isentas de controle, mas sua programação precisa de governança para ser intencionalmente validada.

O automático é tão necessitado de gestão quanto qualquer outro modelo de solução.

Embora seja flexível e adaptável, toda automação é mais eficiente quando bem delineada e estrategicamente implantada. O papel da governança é conhecer a realidade do negócio e escolher as melhores soluções para ele. Acompanhar as escolhas e mensurar os resultados, indicará quais recursos de RPA deve ser mantido, dispensado ou reestruturado.

A governança proporciona decisões mais assertivas

A tomada de decisão não é uma fase simples ou livre de preocupações. Por se tratar de fatores cruciais, decidir com segurança é saber definir qual mudança fará bem ao negócio. Nessa ocasião, a governança determina os melhores caminhos por que ela conhece as necessidades e aptidões de cada serviço.

Automatizar processos não é uma jornada fácil, mas pode ser simplificada através de uma infraestrutura adequada, ou seja, com uma governança ativa e uma arquitetura munida das melhores tecnologias.

A sustentabilidade dos processos, ferramentas e serviços, ganha mais conformidade quando atrelamos uma gestão forte ao nosso conjunto de valores e tecnologias. A eficiência da automação consiste no quanto ela é bem organizada e gerenciada, para só assim desempenhar uma alta performance em qualquer realidade de negócio. 

Planejamento de Disaster Recovery

Um ponto em comum entre empresas de todos os tamanhos e seguimentos, é a presença constante de falhas, riscos e vulnerabilidades.

A gestão de ameaças e desastres continua sendo importante, mas nem sempre é bem executada.

Um plano de DR (Disaster Recovery) impede que incidentes interfiram na proteção dos dados e recupera a continuidade da operação, mesmo depois de um evento crítico.

Um programa de recuperação é indispensável para qualquer negócio

A alta disponibilidade de recursos digitais demanda um plano de proteção compatível com o nível de conectividade e risco. Estabelecer condições seguras para compartilhar, armazenar e manusear dados, é também saber prevenir ou tratar as várias possibilidades de desastres e ameaças.

O nível de preparo para lidar com eventos críticos, vai definir o grau de confiabilidade da política de proteção de dados de uma empresa.

Implementar um plano de DR não é apenas preparar operações para evitar ataques ou corrigir inadequações técnicas, mas é obter condições de recuperar dados e sistemas durante ou depois de um incidente. É desenvolver capacidade extrema de diagnosticar ocorrências negativas antes de possíveis danos ao negócio.

Como planejar e praticar a estratégia de DR?

Conhecer as fragilidades dos serviços para conseguir identificar falhas e definir soluções, é uma das características do planejamento de DR. Esse plano é munido de três etapas contínuas:

• Gestão de Crise: determina as primeiras ações de recuperação pós diagnóstico, mas estipula uma rotina de revisão e atualização dessas atuações.

Continuidade Operacional: preserva a manutenção das operações e protege suas funcionalidades através da prática dos parâmetros de proteção definidos na primeira etapa.

Recuperação de serviços: recupera aplicativos afetados e dados corrompidos, preservando a integridade dos registros sensíveis e recompondo a funcionalidade dos serviços.

A presença de um plano de DR traz como finalidade a recuperação imediata dos itens afetados, evitando assim, qualquer prejuízo ou danos irreversíveis.

O alinhamento dos padrões de excelência focados em administrar crises, minimizam os impactos de um desastre e recompõe a funcionalidade das operações sem resquício de periculosidade.

Como beneficiar seu negócio com um plano de DR bem orquestrado?

Com uma eficiência mais diligente ocasionada pelo DR, a produção ganha escalabilidade, mais qualidade e restauração automática após um período crítico.

A proteção se torna mais precisa e rígida, sem renunciar a uma flexibilidade auxiliada por rotinas de monitoramento, diagnósticos e indicadores de revitalizações.

As diretrizes de DR modelam controles de acesso, ajudam na vistoria das ações em rede e aplicam mais proteção na rotina de backup, armazenamento e compartilhamento.

Para sanar riscos, concertar fragilidades sistêmicas ou restaurar o andamento operacional, a abordagem de DR aplica mecanismos de detecção, prevenção e correção.

Novas dimensões de confiabilidade só são alcançadas com um modelo de governança de TI bem alinhado e equipado de tecnologias adequadas ao nível de necessidade do negócio.

Se manter apto para gerenciar eventos críticos é usar o DR para preservar a proteção em qualquer estado de risco ou acidente.

A prática de DR pode auxiliar no gerenciamento de risco e na vistoria das integrações. Conhecer o nível de fragilidade ou competências da infraestrutura de um negócio, são métricas facilitadas pelo plano de DR.

A presença da proteção não depende da ausência do risco, mas da habilidade técnica em evitá-lo, corrigi-lo e superá-lo.