A importância dos microsserviços nas aplicações modernas

Com o objetivo de otimizar a modernização das aplicações é necessário recorrer ao que existe de melhor em integração, escalabilidade e implementação simplificada. Como melhor opção para essas necessidades, muitos optaram pelos benefícios reais da arquitetura multifuncional dos microsserviços.

Modernizando aplicações com microsserviços

Criar funcionalidades de negócios, permitindo adaptações facilmente e personalizando funções sem limites de escala, são vantagens dadas pelos microsserviços no processo de desenvolvimento e execução de aplicações. Essa infraestrutura de serviços autônomos e multifuncionais, pratica um escalonamento simples porque integra com mais aderência e conformidade.

Aplicações modernas necessitam de fundamentos abertos, dinâmicos e ágeis, por isso sua base abriga com precisão os recursos de microsserviços. O isolamento de serviços integrados ministra uma segurança mais firme, visto que falhas em serviços separados não comprometem a totalidade da solução, pois cada microsserviço pode se autorrecuperar.

Sem microsserviços a modernização perde fluidez e velocidade

A abordagem de microsserviços implanta nas aplicações modernas um sistema de comunicação entre ferramentas. Essa estrutura tem o cuidado de controlar os acessos, monitorar o compartilhamento de credenciais e supervisionar as integrações para tratar as vulnerabilidades com antecipação ao problema.

A metodologia de microsserviços indica novos protocolos de proteção e ajuda na formulação de uma política de segurança para aplicações modernas.

Além de funcionar em grande escala e economizar tempo devido ao seu desempenho ágil, os microsserviços também podem atuar em arquiteturas de containers. Medidas de segurança cibernética como a criptografia de dados, os testes automatizados e o monitoramento das interações entre os múltiplos serviços, são qualidades possíveis quando trabalhamos com essas tecnologias essenciais.

Os sistemas legados impactam na transformação digital

Modernizar o portfólio de sistemas, não é uma questão opcional. Continuar entregando soluções antigas para problemas novos, só vai gerar menos assertividade e provocar inconstância na entrega de uma qualidade escalável. O sistema legado não acompanha esse fluxo de mudanças, nem é munido de respostas rápidas para problemáticas inesperadas.

As aplicações modernas atuam de forma avançada e quando limitadas ao legado, perdem a potência de sua resiliência e flexibilidade.

O legado é uma barreira para quem busca evoluir negócios com microsserviços e modernizar suas condições técnicas. Iniciar uma jornada de migração do legado para aplicações modernas, é optar por inovar e crescer, desistindo de se limitar ao  que já é obsoleto.

Modernizar processos é o primeiro passo para progredir gradativamente

Quando a sistematização opera com padrões ultrapassados, mesmo querendo, fica impossível obter uma ampla eficiência e refinar os negócios. Se o mercado pede algo novo hoje, não podemos entregar um valor antigo como a melhor solução para um problema atual.

Novas necessidades demandam novas soluções e essas soluções são consequências das aplicações modernas.

Modernizar processos e sistemas é entender que resultados inovadores não vêm de uma sistemática antiga. Até mesmo o padrão de segurança de agora, só pode ser mantido e elevado com o auxílio das novas tecnologias. Inovar é usar aplicações modernas para testar possibilidades e isso determina a constância do crescimento de um negócio.

O impacto dos sistemas legados na Transformação Digital

Dar condições para a transformação digital acontecer, deixou de ser uma tendência de mercado e se tornou um movimento necessário para empresas que buscam evoluir seus negócios tradicionais ou recentes. Sistemas antigos nos trouxeram ao ponto que estamos, mas firmar compromisso com recursos ultrapassados, não nos leva para um futuro promissor, muito menos inovador.

Modernizar processos vai além da área de TI, também envolve capacitação de equipes, realinhamento de serviços, mudanças de valores e adaptação aos novos padrões de produção. Muitos métodos atuantes no mercado ainda hoje, são na verdade de sistemas legados, ainda da década de 90, os quais não dialogam com novos recursos, nem seguem parâmetros de segurança confiáveis.

Sistemas antigos funcionam com mecanismos frágeis de segurança e têm funções despreparadas para lidar com um alto fluxo de dados. Muitos não são providos de técnicas de defesas contra os mais variados ataques digitais e acabam não garantido proteção em alta escala. Transformar digitalmente não é uma necessidade pontual, mas sim, é urgente hoje e continuará sendo essencial amanhã. Preocupada em antecipar recursos do futuro, a transformação digital não existe com limites colocados por sistemas antigos.

A eficiência operacional é a chave que abre caminhos para a jornada digital. Com base nisso, podemos entender que o sucesso de agora depende da agilidade com a qual produzimos e da qualidade de nossos processos ou produtos. O maior problema em trabalhar com sistemas legados, é a falta da disponibilidade de dados para métricas que orientam ações. É impossível agir com estratégias assertivas, quando não temos dados precisos em tempo real.

Como escalar soluções para diversos setores ao mesmo tempo, quando não temos sistemas capazes de mensurar os problemas?

A sistematização operante precisa acompanhar a evolução da empresa e ter eficiência no mesmo nível que o mercado exige. O objetivo continua sendo simples: fazer mais em menos tempo, gerando excelência operacional e agregando valor ao que é produzido. Inovar pode ser simples e precisa ser sustentável. Não existe sistema ou processo que não possa ser transformação e modernizado. Desde que a implantação do novo seja simplificada, podemos criar um ambiente onde seja possível elevar o potencial de serviços através de novas tecnologias e evoluir sistemas legados gradualmente.

Se adaptar ao novo modelo de produção e consumo, é algo que empresas só alcançam quando transformam digitalmente seus próprios processos. A alta demanda não pode ser encarada como um problema e nem um obstáculo para corporações. Trabalhar em grande escala é qualidade desenvolvida através de recursos como automação de serviços, operações em cloud, gerenciamento simultâneo de sistemas, monitoramento em containers, análises de dados em tempo real etc.

 Devemos reconhecer a contribuição válida dos sistemas legados até aqui e migrar para novas tecnologias por meio de decisões conscientes.

A transformação digital pode ser um processo evolutivo, mas precisa começar quanto antes. A empresa que não inova, acaba perdendo a capacidade de produzir aquilo que o mercado pede, no tempo que a demanda espera e da forma que o cliente deseja.