Transformação Digital através de APIs

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]É notável o quanto a era digital vem se expandindo no decorrer dos últimos anos. Não se trata apenas de pequenas tecnologias que são criadas e utilizadas em nossos meios sociais, mas de uma série de fatores e ações que se estruturam de forma fixa e intensificada em um mercado globalizado, onde a tendência são o crescimento e a inovação.

Dentre os desenvolvimentos tecnológicos temos a criação do API (Application Programming Interface), que em sua tradução quer dizer “Interface de Programação de Aplicativos”. Como o próprio nome sugere, o programa traz um processo de otimização de interatividade entre diferentes softwares, organizando rotinas e padrões de utilização.

Através do processamento de informações interligadas, a comunicação entre as interfaces de aplicativos se torna acessível e pode ser utilizada de forma intuitiva, facilitando a obtenção de dados pertencentes ao sistema interno de uma empresa e possibilitando o acesso a essas informações, independentemente da localização do usuário. Essa utilização acontece de forma segura e acessível no momento em que se solicita o acesso ao aplicativo e as suas informações de outras contas são vinculadas de forma automática naquela que você está prestes a usar.

 

API como forma de inovação

A tecnologia é impactante em todos os lugares do mundo e influi nos fatores econômicos, políticos, sociais e culturais, movimentando todas as transformações que giram em torno da era global e digital. Em espaços comerciais extremamente competitivos, a inovação através de aplicativos é uma estratégia mais do que necessária para o desenvolvimento e crescimento de qualquer tipo de empreendimento. Essas ferramentas acabam por atrair os clientes que são ligados em tecnologia e sentem a necessidade de facilitar as suas relações sociais e profissionais para otimizar seu tempo e seus custos financeiros.

As APIs possuem, em seu processo de execução modernizado, a capacidade de agregar nas ações da interface uma integração não somente com sistemas criados recentemente, mas, também, entre sistemas já existentes possibilitando a utilização de informações sem a necessidade de uma reestruturação dos sistemas dessas plataformas mais antigas.

 

Gestão a partir de APIs

A incidência de aplicativos no ramo das negociações tem se desenvolvido e vem aperfeiçoando relações comerciais nos mais variados ramos de atuação. Assim como o uso se dá para empreendimentos distintos, empresas que possuem rede em outras cidades, estados e até mesmo países, passam a utilizar das APIs como método de gerenciamento de dados e controle sobre o fluxo tanto financeiro como o produtivo da sua empresa.

São interfaces que abrem um leque de possibilidades, inclusive de parceria entre empresas, vinculando suas atividades e complementando seus métodos de atendimento para um desempenho de maior qualidade e mais satisfatório para as receitas das empresas que o utilizam.

As APIs simplificam os processos de administração de determinada organização e é possível que se criem serviços para maior agilidade de atendimento, controle das atividades que devem ser executadas, além de ser facilitado o gerenciamento de serviços com um acesso seguro e dinâmico.

 

APIs como Estratégia de Negócios

Embora as APIs venham sendo utilizadas em grande escala por empresas digitais, como Facebook, Google, Amazon, Twitter e Netflix, elas começam a fazer parte também da economia em vários outros setores e se apresenta no mercado empreendedor como um modelo de negócios inovador.

Pode ser aplicado como uma “receita direta”, onde sua empresa utiliza de aplicativos que facilitam o acesso aos seus serviços e produtos pelos clientes e a cobrança é feita através do acesso. Por exemplo, a Amazon Web Services é um exemplo muito utilizado devido a seu sucesso no mercado através da estratégia que cobra por uso.

Na Freemium, o cliente não paga nada até um limite pré-definido e, a partir desse limite, as transações começam a ser cobradas. Essa estratégia é aplicada de forma cada vez mais intensificada, como é o caso do PayPal, com o método de pagamento acessível ao usuário e que são contratadas por muitas empresas para proporcionar a seus clientes meios melhores de realizar pagamentos.

Em um canal de distribuição, como programa de afiliados e marketplaces, as APIs são usadas para que empresas possam aumentar sua visibilidade e, por consequência, suas vendas, sendo um ótimo exemplo de geração de negócios com API.

Como a empresa Expedia Affiliate Network (EAN) que anunciou uma receita de US$ 2 bilhões por transações realizadas com reservas de hotéis e pacotes, e que foram feitas pelos parceiros afiliados, que são basicamente portais e agências de viagem no mundo inteiro. Essas transações aconteceram através de APIs.

Algumas empresas usam as APIs para o Marketing e Branding, onde o API é direcionado para publicidade. Muitas redes sociais usam desses APIs gratuitamente com o intuito de atrair o maior número de pessoas possíveis em seus conteúdos e, dessa forma, conseguem vender publicidade para outras empresas. Percebemos com nitidez o fluxo de usuários das redes sociais como Facebook, Instagram, LinkedIn, entre outras.

Esses APIs otimizam os processos de atendimentos em situações onde, por exemplo, o cliente necessita de determinado serviço. Então, ele entra no aplicativo para solicitar algum produto ou serviço, mas o aplicativo alerta a necessidade de cadastro para que o acesso seja permitido.

Em um processo integrado, haverá uma solicitação para que você ingresse nesse aplicativo através das informações de outros cadastros já realizados em outras redes, como as sociais. Então, os dados são acrescentados em sua conta de forma segura e mais rápida, sem a necessidade de digitar todas as informações exigidas para a permissão do acesso.

Foi visando a essa simplicidade de conexão entre sistemas que algumas empresas passaram a desenvolver os seus APIs para que pudessem atender as necessidades de seus colaboradores, onde os clientes conseguiriam buscar e encontrar seus produtos ou serviços em um aplicativo mais dinâmico. As APIs, por terem integração com os meios digitais mais utilizados por clientes consumidores, proporcionam a qualquer empreendimento a possibilidade de fidelização e visibilidade de sua marca, uma vez que são sistemas acessíveis a todo tipo de público.

Mas muito além de integração de informações, APIs servem como base para a economia digital como um todo, pois permitem criar novas oportunidades através de capacidades já existentes de maneira mais rápida e fácil, estimulando a inovação. E assim, se tornando um dos grandes motores da Transformação Digital.

 

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Desafios e caminhos para a hiperautomação

A hiperautomação proporciona uma transformação que permite às empresas operarem de maneira mais simplificada, com custos reduzidos e maior competitividade.

Também é importante destacar o papel que a pandemia desempenhou na aceleração da hiperautomação no mercado, fomentando as iniciativas de transformação e automação digital. Com o ecossistema de negócios operando de maneira distribuída, a hiperautomação alivia a carga que os processos repetitivos e a infraestrutura legada incorrem em uma organização e seus recursos.

Neste artigo, vamos explicar como funciona a hiperautomação, mostrar quais são os seus principais benefícios e desafios e indicar os passos necessários para implementar essa estratégia.

O que é hiperautomação?

Hiperautomação é o conceito de automatizar tudo em uma organização que pode ser automatizado. As organizações que adotam a hiperautomação buscam agilizar os processos em seus negócios usando inteligência artificial (AI), machine learning, automação de processos robóticos (RPA) e outras tecnologias para funcionar sem intervenção humana.

A hiperautomação é uma abordagem emergente para automação considerada uma das 10 principais tendências de tecnologia estratégica pelo Gartner. Uma pesquisa recente da consultoria demonstra que 85% dos participantes aumentarão ou manterão os investimentos em hiperautomação de sua organização nos próximos 12 meses. Além disso, mais de 56% já têm quatro ou mais iniciativas de hiperautomação simultâneas.

A hiperautomação transforma uma organização automatizando tantos processos e tarefas quanto possível. Podemos entender esse processo como um avanço da automação simples e baseada em tarefas, que não fornece os resultados multifuncionais que impulsionarão a tomada de decisões e os resultados de negócios. Afinal, a infraestrutura e os processos legados podem desacelerar uma organização e afetar a sua capacidade de ser competitiva.

A diferença entre automação e hiperautomação geralmente não é clara. A automação refere-se à realização de uma tarefa repetitiva sem intervenção manual. Normalmente, esse processo ocorre em uma escala menor, criando soluções projetadas para lidar com tarefas individuais. Por outro lado, a hiperautomação se refere ao uso de várias ferramentas de automação que permitem uma automação inteligente, incluindo aprendizado de máquina e automação de processos robóticos.

Benefícios e desafios da hiperautomação

A hiperautomação transforma os negócios ao simplificar os processos de negócios, eliminando tarefas repetitivas e automatizando os trabalhos manuais. Esse processo traz uma série de benefícios importantes. Ele permite que as organizações concluam tarefas com consistência, precisão e velocidade. Desse modo, ele reduz custos e geralmente melhora a experiência do cliente.

Porém, qualquer nova abordagem para processos de negócios ou infraestrutura apresenta desafios, e a hiperautomação não é exceção. Muitas empresas não se sentem prontas para lidar com os esforços de automação, seja porque apresentam dados brutos ou de baixa qualidade ou devido a falta de habilidades técnicas para lidar com essa tecnologia.

O maior desafio na implantação da Hiperautomação não está na tecnologia em si. De acordo com uma