IBM Cloud: qual é o melhor modelo de nuvem para modernizar a sua infraestrutura de TI?

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Empresas em todo o mundo têm se reinventado para que possam permanecer competitivas em um cenário em que a ruptura é o novo normal. Para se manter à frente da concorrência, elas precisam adotar novas tecnologias digitais e tornar a sua infraestrutura compatível com os recursos da nuvem.

Neste artigo, vamos mostrar as vantagens de migrar a infraestrutura à nuvem pública e explicar como os modelos de serviço em nuvem funcionam.

Por que mudar para as soluções na nuvem?

No método tradicional de consumo de serviços ou recursos, o proprietário da infraestrutura é responsável por gerenciar cada peça de hardware e software que usa. Normalmente, leva algum tempo para o usuário acessar um novo recurso, mas ele pode ser configurado exatamente conforme necessário.

A infraestrutura tradicional costuma estar relacionada a legados de aplicativos centrais (talvez vinculados a tecnologias mais antigas), que não podem ser facilmente migrados para a nuvem. Elasticidade, padronização e outras vantagens claras da nuvem não são motivos suficientes para migrar. Em outros casos, a segurança rígida e as regulamentações do país às vezes forçam os usuários a ter os dados localizados nas proximidades e sob controle total de gerenciamento.

A sua empresa precisa de agilidade para crescer e desenvolver novas soluções. E a nuvem pode ajudar nessa tarefa, acelerando o desenvolvimento e a implementação de serviços. Os recursos de cloud computing trouxeram toda uma nova gama de possibilidades para que as empresas possam modernizar a sua infraestrutura e acelerar o desenvolvimento de seus aplicativos. Os dados e aplicativos baseados na nuvem são acessíveis de qualquer dispositivo conectado, potencializando o uso e a colaboração de equipes a partir de diversos locais.

Além disso, migrar a infraestrutura à nuvem permite modernizar os aplicativos existentes, garantir a resiliência de dados contra falhas ou inovar e construir os seus aplicativos nativos da nuvem. Essa mudança é importante, pois os legados de sistemas  ou adquiridos no modelo on-premises demandam um investimento alto e necessitam de despesas consideráveis com manutenção e atualização ao longo do tempo.

Por exemplo, a IBM Cloud combina plataforma como serviço (PaaS) com a infraestrutura como serviço (IaaS) para fornecer uma experiência integrada. A plataforma é dimensionada e oferece suporte a pequenas equipes, organizações de desenvolvimento e grandes empresas.

Diferentes modelos de serviço de nuvem

Existem quatro categorias principais de modelos de serviço de nuvem: Plataforma como Serviço (PaaS), Software como Serviço (SaaS), Infraestrutura como Serviço (IaaS), e Banco de Dados como Serviço (DBaaS), que é uma variante da PaaS. A seguir, explicamos como funciona cada uma delas.

PaaS (Plataforma como Serviço): possibilita que as empresas usem a infraestrutura, assim como o middleware ou o software fornecido e gerenciado pelo provedor de serviços. Essa flexibilidade remove um fardo significativo de uma empresa pela perspectiva de TI e permite que ela se concentre no desenvolvimento de aplicações de negócios inovadoras.

A PaaS permite a terceirização da manutenção da infraestrutura, do middleware e do software, liberando a equipe de TI para se concentrar no desenvolvimento de aplicações. Porém, não oferece o controle completo da infraestrutura de TI.

SaaS (software como Serviço): Atualmente, os padrões SaaS são geralmente aceitos por muitas empresas que desejam se beneficiar do uso de aplicativos sem a necessidade de manter e atualizar a infraestrutura e os componentes. A flexibilidade e elasticidade desse modelo trazem grandes benefícios para as empresas. 

O SaaS terceiriza toda a TI e permite que as organizações se concentrem mais em seus principais pontos fortes, em vez de dedicar tempo e investimento à tecnologia. Nesse modelo, um provedor de serviços hospeda as aplicações e as disponibiliza para as organizações. Desse modo, o SaaS evita despesas de capital com software, pois transfere o gerenciamento completo para o provedor de serviços.

IaaS (Infraestrutura como Serviço): Permite que as organizações mantenham as plataformas físicas existentes de software e middleware, com as aplicações de negócios na infraestrutura fornecida e gerenciada pelo provedor de serviços. Essa abordagem é vantajosa para as organizações quando elas desejam beneficiar-se rapidamente da nuvem e, ao mesmo tempo, minimizar o impacto e usar os investimentos existentes. No modelo IaaS o cliente basicamente, de maneira comparativa, cria suas “máquinas virtuais” na infraestrutura do provedor da Cloud.

A IaaS mantém o controle completo do gerenciamento da infraestrutura, independentemente da plataforma, oferecendo um modelo de preço pay-as-you-go. Por isso, esse modelo pode beneficiar, por exemplo, empresas que não possuem um data center e precisam de uma infraestrutura rápida e barata para suas iniciativas de negócios. Até porque, nesse caso, essa infraestrutura pode ser expandida ou encerrada conforme necessário.

DBaaS (Banco de Dados como Serviço): As soluções de DBaaS são ambientes de bancos de dados hospedados e totalmente gerenciados por um provedor de nuvem. Uma empresa pode, por exemplo, assinar o Amazon RDS for MySQL ou o Microsoft Azure SQL Database.

A DBaaS evita despesas de capital com infraestrutura e hardware de banco de dados. Ela transfere o gerenciamento completo para o provedor de serviços, reduzindo o controle dos dados e da segurança.

Qual modelo de nuvem mais usado pelas empresas?

Diante dos custos elevados com a manutenção das infraestruturas privadas, as empresas devem considerar dividir boa parte de seu workload com a nuvem pública – formando assim uma nuvem híbrida. Além de oferecer redução de custos com TI, essa modalidade permite mais agilidade na entrega de demandas, além de facilitar a implementação de novas tecnologias.

Uma pesquisa realizada pela IDC a pedido da IBM revela que que as empresas brasileiras estão movendo cargas de trabalho críticas aos ambientes em nuvem híbrida para gerar maior competitividade e agilidade nos negócios:

  • 33% das empresas entrevistadas já integram ambientes de nuvem de distintos tipos e provedores, em uma abordagem de nuvem híbrida; 
  • 17% planejam fazer isso nos próximos 12 meses, para aprimorar a modernização e mobilidade de aplicações.

No país, ainda predominam ambientes de TI tradicionais e 83% das empresas participantes ainda contam com seu próprio datacenter. Mas a transição para um modelo de nuvem híbrida está em curso: 

  • 59% das empresas entrevistadas já utilizam algum tipo de nuvem; 
  • 33% das organizações trabalham com nuvem pública; 
  • 31% com nuvem privada on-premises; 
  • 27% com nuvem privada hospedada em um provedor;
  • 55% utilizam mais de um provedor de cloud pública para IaaS e PaaS.

Entre as empresas que atualmente trabalham com nuvem privada, 40% quer executar mais da metade de suas cargas de trabalho nesse ambiente dentro de 24 meses. Com a nuvem pública não é diferente: 45% das empresas que estão na nuvem pública hoje querem levar metade ou mais de suas cargas de trabalho para esse ambiente nos próximos dois anos.

Outro aspecto importante a ser observado é a segurança. Afinal, manter esses padrões de segurança na nuvem pública exige procedimentos de governança e um conjunto de habilidades dos funcionários diferentes daqueles necessários em ambientes de TI legados.

Ao escolher soluções de proteção e segurança de dados, selecione soluções que possam ser ampliadas em infraestruturas de TI distintas. Desse modo, será possível proteger os ambientes físicos, virtuais e em nuvem de ataques externos mal-intencionados, fraude, acesso não autorizado e violações internas. 

Para monitorar, detectar e gerenciar ameaças cibernéticas, são necessários cuidados como um forte gerenciamento de acesso, criptografia para dados em repouso, em trânsito ou em uso e uma excelente visibilidade.

A Certsys investe fortemente em conjunto com as soluções de inteligência da IBM para Cloud Computing. Saiba mais sobre como a Certsys e a IBM podem ajudar as empresas a obter vantagens competitivas com o desenvolvimento em nuvem, fornecendo toda a tecnologia necessária, com o melhor desempenho e flexibilidade. 

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