Segurança Cognitiva e os desafios do CISO

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Chefes de segurança da informação utilizam as soluções cognitivas para enfrentar desafios da era digital

Os chefes de segurança da informação iniciaram o processo da utilização de medidas cognitivas para resolver gaps e aumentar a segurança nas organizações. Em estudo realizado pela IBM, 57% desses líderes acreditam que essas soluções podem diminuir os esforços dos cibercriminosos, e 22% já começaram a utilizar os recursos da segurança cognitiva para evitar riscos e crimes.

Foram entrevistados 700 CISOs (Chief Information Security Officers) e outros chefes de segurança de 35 países, que representam 18 indústrias. Os principais desafios citados são a complexidade das ameaças e a rapidez da capacidade de resposta a elas, a forma que os incidentes de segurança afetam suas operações comerciais e como eles definem a sua reputação no mercado.

A ineficácia existente no gerenciamento de redes e proteção de dados determinou a procura por recursos mais adequados para enfrentar essas questões e justificar seus investimentos para os líderes dos negócios.

 

Os principais gaps citados – os desafios de segurança nas empresas

Os desafios, fraquezas e esforços apontam para três gaps principais em inteligência, velocidade e precisão.

 

Gaps de velocidade

O principal desafio na segurança hoje é reduzir os tempos médios de resposta e solução de incidentes, citado por quarenta e cinco por cento dos entrevistados. Quanto mais tempo uma empresa demora para resolver um incidente, maiores são os danos e o prejuízo financeiro para lidar com essas crises.

 

Gaps de inteligência

O segundo desafio para as organizações é melhorar a pesquisa e a análise das ameaças de segurança, atualizando-se sobre novos riscos e vulnerabilidades.

Os analistas precisam de ajuda para reunir conhecimento, determinar quais as principais ameaças e buscar padrões e divergências de forma rápida, com o objetivo de melhorar a velocidade e gerenciar a complexidade das ameaças de segurança que enfrentam.

 

Gaps de precisão

Identificação e análise de ameaças e incidentes potenciais de forma precisa é outro desafio a ser vencido no gerenciamento da segurança.

 

As soluções cognitivas de segurança

As tecnologias de segurança evoluíram e se deslocaram de desfesas estáticas para recursos de inteligência avançados. A era cognitiva traz soluções em tempo real e que podem compreender contextos, comportamentos e significados por meio de análise de dados.

À medida que esses dados são acumulados, o sistema aprende de forma contínua e realiza a interpretação e a organização das informações, oferecendo alternativas precisas para as tomadas de decisões.

O conjunto das soluções cognitivas permite:

  • Aumentar a capacidade dos analistas de segurança da informação juniores, dando-lhes acesso às práticas que costumavam exigir anos de experiência;
  • Melhorar a velocidade de resposta e resoluções de incidentes;
  • Detectar rapidamente ameaças, comportamentos de risco e infecções de malware utilizando métodos avançados de pesquisa e análise de dados;
  • Obter melhor visão sobre os incidentes de segurança por meio da automação da coleta de dados internos e externos.

Conforme as medidas de segurança cognitiva são implementadas e difundidas, mais organizações podem usufruir de seus benefícios. O primeiro passo é identificar as fraquezas a serem tratadas e em seguida aprender sobre as possíveis soluções e casos de uso, combinando-os com os desafios a serem enfrentados pela sua empresa.

Esclarecer os benefícios a todos os envolvidos no processo e enfatizar que essas soluções podem melhorar toda a postura de segurança da organização começará o processo de entrada na era cognitiva.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Visão dos executivos sobre Inteligência Artificial

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“Você precisa se reinventar continuamente, adaptar seus negócios e ser rápido o suficiente para implementar antes que outros o façam. ”

Christian Hebich, Chefe Geral de Integração de Soluções e Serviços, Roche, Suíça.

 

Em qualquer novo movimento tecnológico, existem dois tipos de empresas: aquelas que lideram o movimento de inovação e as que seguem os passos – ou somente assistem sem envolvimento.

A mudança para a inteligência artificial e a computação cognitiva não é diferente. Para entender de que forma as empresas estão utilizando essas novas ferramentas, a IBM realizou estudo e entrevistou mais de 3.000 altos executivos em 20 indústrias em mais de 90 países.

Os entrevistados foram divididos em categorias de acordo com seus investimentos em inteligência artificial atuais e futuros – nos próximos dois ou três anos:

• Reinventores (11%): investidores atuais e com consideráveis investimentos futuros

• Estrategistas (28%): investidores atuais, mas com mínimos investimentos futuros

• Aspirantes (23%): planejam os primeiros investimentos

• Observadores (38%): sem investimentos atuais e não planejam investir futuramente

 

As principais descobertas do estudo – o impacto da inteligência artificial nas organizações

Melhora e personalização das experiências dos consumidores

Mais da metade dos altos executivos acreditam que a inteligência artificial irá proporcionar a eles vantagem competitiva ao melhorar a experiência e a personalização no atendimento ao cliente. Além disto, 63% dos “reinventores” e quase metade dos “estrategistas” planejam implementar a inteligência artificial nos próximos dois anos para transformar a experiência do consumidor.

Mesmo nos dias atuais, em um mundo baseado em dados, existem muitas empresas que não têm informações sobre o perfil e as preferências dos clientes, e consequentemente não são capazes de criar experiências individualizadas.

Com 86% dos consumidores afirmando que a personalização no atendimento influencia as decisões na hora de comprar produtos, as organizações estão prestando atenção nas novas tecnologias que as ajudam a focar nos relacionamentos com os clientes.

Ao determinar padrões e acumular dados, a inteligência artificial possibilita insights valiosos para ajudar a melhorar a performance dos negócios.

 

Renovação dos modelos operacionais

Mais da metade dos “reinventores” esperam que o uso da inteligência artificial torne seus modelos de operações mais competitivos em dois ou três anos. “Reinventores” e ”aspirantes” acreditam que a combinação de duas ou mais tecnologias com tecnologias emergentes é a melhor forma de transmitir dados, prevendo demandas instantaneamente.

O estudo descobriu que 72% dos “reinventores” estão interessados na transformação que a inteligência artificial promove no design, produção e transporte de produtos ou serviços. Os altos executivos estão focados no uso da inteligência artificial para automatizar os processos operacionais, tornando-os mais eficientes.

Ao renovar seus modelos de operação, as organizações aumentam a velocidade e a capacidade de resposta dos processos, aprimorando o conhecimento dos funcionários e personalizando a experiência do cliente.

 

Capacitação de funcionários

Os entrevistados que já adotaram o uso da inteligência artificial acreditam que ela vai aprimorar a performance de seus funcionários. Ao automatizar as tarefas de rotina, “reinventores” e “aspirantes” esperam aumentar a capacidade de seus colaboradores, liberando-os para executar trabalhos mais complexos e pensar em ideias inovadoras que aumentem a competitividade da empresa no mercado.

O estudo demonstra que a aplicação das ferramentas da inteligência artificial tem a capacidade de desenvolver diversas áreas das organizações, e um dos principais resultados é a nova relação com o cliente, por meio de atendimento rápido, eficaz e satisfatório, destacando a imagem da empresa positivamente e aumentando sua competitividade no mercado.

 

Faça download do estudo completo da IBM clicando aqui.

 

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