IoT: como a Internet das Coisas traz benefícios no meio corporativo

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é um conceito que tem ganhado cada vez mais força e popularidade em diversos meios. Tratam-se de princípios bastante promissores relacionados à capacidade de controlar objetos de nosso trabalho utilizando a internet. Em tempos de constante mudança e renovação, se falava que “A Internet das Coisas é algo do futuro”. Mas, ao contrário do que se especulava, a IoT já está presente em diversos formatos, especialmente no mundo dos negócios.

Segundo a consultoria Gartner, a IoT, junto com a computação cognitiva, blockchain e outras tecnologias emergentes, deve tomar conta das relações corporativas já em 2018, otimizando processos, dinamizando rotinas e potencializando resultados. Conheça mais sobre as tendências tecnológicas para 2018.

Entre os diversos benefícios, a IoT permite às empresas fazer uma grande economia de recursos financeiros. Isto porque possibilita a diminuição do quadro de funcionários, promove redução no consumo de eletricidade, amplia a vida útil dos equipamentos da empresa, entre outros cortes de custos.

Para que seja utilizada da melhor forma, a IoT exige cuidados com a segurança, pois os dispositivos estarão conectados e possívelmente vulneráveis, e com o tipo desta conexão, afinal, a forma de comunicação torna-se cada vez mais complexa – o que abre uma vertente na computação em nuvem para o chamado Edge Computing. Apesar da preocupação com estes cuidados e investimentos, eles são justificados pelos enormes benefícios da IoT, como estes que listamos abaixo.

 

Integração entre clientes e setores

A Internet das Coisas permite uma automação muito mais completa, autônoma e integrada da empresa entre os suas diversas áreas e também entre a companhia e clientes, facilitando o atendimento e potencializando resultados através da sintonia entre diferentes times.

 

Constante monitoramento

Usando dispositivos altamente configuráveis e customizáveis, empresas estão otimizando, em tempo real, estatísticas de vendas, churn, ticket médio, alcance de metas, desempenhos individuais e coletivos de profissionais, entre outros dados que exigiriam uma auditoria completa há pouco tempo.

Além de manter um olhar interno à empresa, dispositivos relacionados à IoT monitoram ainda, durante 24 horas, todos os riscos que o negócio sofre em relação às ameaças constantes do mercado. É uma tendência que, associada à experiência de consultores e Inteligência Artificial, permite a adoção de estratégias rápidas e assertivas para tomar decisões rentáveis.

 

Falhas e erros

Com a Internet das Coisas, muito mais sistemas de sua empresa, que se relacionam com equipamentos e processos, estarão submetidos a métodos e padrões digitais de execução. Com isso, falhas e erros se tornam mais previsíveis, podendo ser corrigidos antes mesmo que aconteçam e causem prejuízos ao negócio. Com essa previsibilidade, toda a companhia sai ganhando e o trabalho dos colaboradores se torna mais eficiente.

 

Autonomia para funções operacionais

Muitas ocupações em uma empresa podem ser desempenhadas com mais performance por máquinas do que por pessoas. Entretanto, há outros trabalhos nos quais o uso da inteligência humana é indispensável. A Internet das Coisas permite que a sua empresa use as cabeças para funções estratégicas, de gestão e de liderança, enquanto as máquinas fazem o trabalho mecânico e padronizado que exigem precisão, agilidade e repetição constante.

 

Coletar feedbacks precisos

Nos próximos 5 anos, a IoT deve aprimorar outra tecnologia chamada Gêmeos Digitais, ou Digital Twins em inglês, que possivelmente se espalhará pelas empresas. É como uma cópia digital de um ativo ou processo, que recebe estímulos e oferece feedbacks sobre os mais diversos produtos e serviços. Associando estes insights a toda capacidade técnica de ferramentas de Computação Cognitiva, como o Watson, da IBM, a tendência é que as empresas consigam ler tendências e descobrir anseios de seus clientes com muito mais precisão.

 

Saiba mais sobre outras tendências tecnológicas:

Inteligência Artificial – Descubra a visão dos executivos
Cloud Computing – Conheça os modelos de nuvem
Edge Computing – A evolução da cloud para IoT
Blockchain – Muito além do bitcoin[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

O que esperar de IoT em 2018? Desafios e oportunidades

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O ano de 2018 será o que marca a ascensão de tecnologias e soluções envolvendo Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT, em inglês). De acordo com um relatório realizado pela empresa de pesquisas de mercado IDC, o mercado de IoT alcançará $772 bilhões em 2018, com mais de 20 bilhões de dispositivos sendo conectados à Internet até 2020 (um número quatro mil vezes maior do que em 2015).

Com o lançamento de soluções de automação domiciliar, como Google Assistant ou Amazon Alexa, e a consolidação de plataformas de inteligência artificial, com reconhecimento de fala, imagem e texto, como IBM Watson, as portas para o desenvolvimento de aplicações inovadoras envolvendo IoT, automação e inteligência artificial estão escancaradas para 2018. Essa perspectiva de crescimento traz novas possibilidades e desafios para a transformação digital ao mesmo tempo em que permite a atualização de processos para os padrões da Indústria 4.0.

Embora haja aplicações de IoT para diversos objetivos, algumas merecem especial destaque por representarem soluções disruptivas na área.

Notadamente em 2017, as aplicações para automação domiciliar e de atendente virtual começaram a se consolidar, com produtos capazes de controlar dispositivos de áudio, interruptores de lâmpadas e demais aparelhos via comando de voz. Essas primeiras abordagens de automação abrem caminho para novas maneiras de entender a relação de moradores e colaboradores com os espaços que frequentam, permitindo personalização e adaptação desses ambientes e provendo melhorias em conforto, eficiência e produtividade. Para 2018, as perspectivas de inovação em automação de ambientes envolvem a aplicação de inteligências artificiais nos processos de automação. Dessa forma, ao observar padrões de uso e preferências de customização, inteligências artificiais como o IBM Watson podem adaptar-se dinamicamente e otimizar a implementação de IoT.

Outra interessante aplicação para tecnologias de IoT é no desenvolvimento de Cidades Inteligentes. As aplicações nesse campo são várias e incluem controle de tráfego, com semáforos e radares conectados a softwares de mapeamento de fluxo, prevenção e controle de crimes, com câmeras munidas de aplicações de reconhecimento de imagens, e otimização de processos burocráticos através de chatbots, entre muitos outros. Essas soluções contribuem para a qualidade de vida geral dos moradores, otimizando a computação, promovendo a sustentabilidade, aumentando a segurança e a participação cidadã. Recentemente, algumas cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte iniciaram o processo de modernização e estão se tornando Cidades Inteligentes, gerando crescente demanda por novas tecnologias envolvendo IoT e automação.

Por fim, uma nova tecnologia que começa a crescer em 2018 são os wearables, itens de vestimenta como relógios e óculos que são conectados à internet e proveem serviços como mensagens de texto e voz, aplicativos mobile, localização via GPS, entre outros. O acesso rápido que esses dispositivos conectados gera altera o paradigma de utilização de aplicativos e serviços de internet, levando à maior conectividade, imersão do usuário e tempo de resposta reduzido. As aplicações de IoT envolvendo wearables permitem facilidades como controle de dispositivos remotamente, soluções envolvendo geo-localização, análises de sinais vitais e até realidade aumentada.

Contudo, apesar das novas possibilidades que o uso de IoT oferece, há também desafios a serem superados para que essa tecnologia se consolide.

Somente no terceiro quadrimestre de 2017, houve um aumento de 91% no número de ataques. Estudos indicaram que a maior parte desse crescimento se deve a brechas de segurança na conexão dos dispositivos de IoT à internet. Ataques do tipo DDoS (sigla em inglês para negação de serviço distribuída) a partir de instalações conectadas se baseiam na invasão aos dispositivos de IoT por algum malware para gerar um fluxo de requisições maior do que o serviço atingido consegue comportar e, levando em conta as perspectivas de crescimento no número de soluções em IoT esperadas para os próximos anos, proteções contra esse tipo de ataque estão sendo desenvolvidas. Algumas dessas soluções de proteção envolvem o uso de inteligências cognitivas como o Watson para criar, em tempo de execução, respostas a ataques e, assim, garantir não só o funcionamento do sistema, mas também a privacidade dos dados gerados pelos dispositivos conectados.

E falando-se sobre dados gerados, outro desafio a ser abordado no desenvolvimento de soluções em IoT é a imensa quantidade de informação que os vários dispositivos irão produzir. Tamanha massa de informações, não necessariamente estruturada, requer uma abordagem de Big Data consolidada, de forma que insights possam ser gerados – possivelmente usando soluções de inteligência cognitiva.

Então, o que se pode esperar de IoT em 2018? Com todos os desafios e oportunidades discutidos, o futuro da Internet das Coisas está no crescimento desse paradigma tecnológico para além das aplicações básicas que existem atualmente. Juntamente com tecnologias de inteligência artificial, cada vez mais estaremos expostos a soluções de IoT que sejam de fato disruptivas e relevantes nas mais diversas áreas e que representem uma nova perspectiva na relação da tecnologia com o quotidiano dos usuários. Em 2017, a Internet das Coisas era uma novidade. Em 2018 será uma oportunidade.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]