Alinhar tecnologia e cultura para obter resultados rápidos e eficientes

Os recursos de DevOps fornecem uma abordagem cultural que estabelece novos direcionamentos de automação e design para criar plataformas ágeis, eficientes e seguras. Nesse sentido, não existe o uso de DevOps sem antes escolher as tecnologias certas e aplicar uma cultura pensada para o negócio. Alinhar os avanços tecnológicos com culturas operacionais inovadoras é disponibilizar serviços de TI com maior aderência, assertividade e controle.

Qual a importância de unir cultura e tecnologia?

É impossível crescer sem a presença de uma cultura organizacional baseada em novas tecnologias e metodologias abertas. Conectar aplicações legadas em soluções novas e infraestruturas modernas é um passo possível quando recorremos aos avanços da computação em nuvem e dos autosserviços.

Escalabilidade com total segurança, mesmo diante de alguma ferramenta obsoleta, só é possível quando nosso fundamento tecnológico é atualizado e preparado para entregar respostas rápidas.

DevOps desenvolve operações de maneira colaborativa, com trabalho interativo e, além de analisar dados, também examina práticas e avalia conceitos para criar condições tecnológicas satisfatórias. Toda mudança pede tecnologias atuais e no fim, a qualidade dessa transformação passa pelo uso de uma cultura organizacional.

Os primeiros passos para o alinhamento

Entenda as necessidades e os objetivos do negócio para, só assim, conseguir determinar o padrão de tecnologia e organização que sua empresa precisa. Essa é a primeira ação antes de qualquer outra medida. A cultura personaliza uma metodologia ideal, condicionada e preparada para desenhar a melhor política operacional possível na realidade corporativa vigente.

Administrar recursos em um ambiente de produção organizado e munido de trabalhos interativos possibilita um grau maior de respostas para solicitações ou mudanças. Através da cultura de DevOps, por exemplo, podemos flexibilizar operações e acelerar resultados, além de aperfeiçoar o aprovisionamento de software e criar autosserviços por intermédio de automações mais ágeis, modernas e integradas aos valores do negócio.

Não existe Tecnologia X Cultura

A tecnologia, quando dialogada com uma cultura bem entendida e praticada, ativa uma metodologia que valoriza desde os recursos tecnológicos até políticas corporativas e protocolos operacionais. Essa junção de valores técnicos e metódicos organiza uma infraestrutura dinâmica e adaptável, sabendo estabelecer ambientes padronizados mesmo em meio aos novos movimentos do mercado.

A cultura ajuda na organização dos recursos tecnológicos e isso resulta em um gerenciamento mais maduro. Essa maturidade técnica é sustentada pela metodologia e isso gera serviços rápidos, como a utilização de automações para tornar operações compatíveis com qualquer infraestrutura ou plataforma.

Promover uma cultura de colaboração alinhada com os princípios tecnológicos é implantar inovações com maior segurança e visando uma experiência de ampla interatividade. Viabilizar uma gestão via cultura aberta é enfatizar a importância da integração de recursos e usar a tecnologia como suporte dessa interação.

Pandemia de Covid-19 impacta a tramitação da LGPD, mas também é oportunidade

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Infelizmente, a pandemia de Covid-19 mudou, e tem mudado a forma de trabalho das empresas no mundo todo. No Brasil isso aconteceu exatamente no momento em que se aproximava a data original de vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevista para agosto de 2020.

Devido às novas rotinas de home office, paralisações de algumas empresas e suspensões nos contratos de trabalho seria prudente o adiamento da lei, dando tempo para que as empresas se preocupem neste momento em manter suas atividades essenciais.

Existem várias iniciativas de adiamento, estando aprovada até o momento desta matéria a Medida Provisória nº 959 que adia a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) para 3 de maio de 2021 e “estabelece a operacionalização do pagamento do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda e do benefício emergencial mensal de que trata a Medida Provisória nº 936, de 1º de abril de 2020”.

De acordo com o SERPRO, empresa pública de tecnologia ligada ao Ministério da Fazenda – Governo Federal, “Em virtude da pandemia do coronavírus, alguns projetos de lei tramitam atualmente no Congresso e tratam da mesma solicitação, a de adiamento da LGPD. Um deles, que está na Câmara dos Deputados, é o PL n° 1.179/2020, que solicita que a lei entre em vigor em janeiro de 2021 e que multas e sanções sejam válidas somente a partir de agosto de 2021. Esse PL foi aprovado pelo Senado em uma votação via Internet no dia 3 de abril.

A medida provisória nº 959, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, vale a partir da data de sua publicação e tem força imediata de lei. A MP, e o consequente adiamento da LGPD de forma definitiva ou não, será discutida e votada pelo Congresso posteriormente, que tem o prazo de 120 dias para converter a medida em lei, ou para rejeitar a MP.”

Uma coisa é certa, a LGPD irá entrar em vigor mais cedo ou mais tarde, e, nesse sentido, as empresas que passam a fazer parte de um processo de transformação digital forçada têm maior risco de vazamento e exposição de informações sensíveis.

O que antes talvez ainda estivesse no campo das ideias, hoje é realidade, independentemente do tamanho da empresa. Vemos grandes empresas pensando em como ofertar seus serviços e produtos de forma online, novos portais e aplicativos sendo lançados diariamente. Esta mudança deve trazer também uma nova maneira de pensar na segurança das informações, evitando fraudes, vazamentos de dados e exposição dos consumidores.

Nesse momento, torna-se ainda mais fundamental o papel das empresas de tecnologia, que no mercado devem apoiar as companhias que não estão preparadas para a transformação digital, e garantir que o novo modelo de serviço é tão seguro ou ainda mais seguro que o modelo tradicional. Devemos conscientizar as empresas que cuidar da proteção das informações se trata de proteger o seu bem mais valioso: seus clientes e consumidores.

Existem muitas formas de se fazer isso. Privacy By Design é uma delas, através da qual se pode ajudar o cliente a pensar na privacidade e proteção dos dados desde a ideia de uma nova oferta. Mas a principal preocupação neste momento é de como os dados que estão sendo coletados serão utilizados, por quanto tempo e quem terá acesso a eles. Isto precisa ficar bastante claro, pois estamos falando da privacidade pessoal de cada cidadão. A utilização dos dados deve ser realizada de forma prudente, sem expor pessoas a situações de risco ou constrangimento. Se transformamos nossa empresa para um modelo digital, é natural que ela tenha também um volume maior de dados tratados, e a questão aqui é sobre como cuidar destes dados da maneira mais eficiente.

Seria natural um atraso nos projetos de LGPD só por estas questões já levantadas nos últimos parágrafos, mas acreditamos que este adiamento é bastante prudente no atual momento, e também uma oportunidade para as empresas iniciarem da forma correta seus projetos de adequação, mantendo suas atividades organizadas e estruturadas de acordo com as suas necessidades.

O adiamento trará também uma nova chance de empresas que não conseguiriam atender os prazos estarem em conformidade.

A lei não deve sofrer alterações na sua estrutura técnica. Ou seja, continua valendo para todas as empresas que tratam dados do cidadão brasileiro, não importando o seu porte ou atividade.

Por Fernando Santos, DPO na Certsys

Para mais informações sobre a Certsys, visite: www.certsys.com.br[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][vc_column_text]

Informações para a imprensa:
Máindi – Engajamento e Performance
Gabriel Proiete – gabriel.proiete@maindi.com.br
André Mendes – andre.mendes@maindi.com.br[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Hyperautomation: como essa tecnologia pode alavancar a produtividade de seus negócios

[vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A transformação digital é uma realidade para empresas de todos os mercados, tendência que se solidifica e encontra caminhos em novas jornadas, mais sofisticadas e abrangentes. É como podemos chamar o processo de Hyperautomation, movimento de transformação que tem dominado as demandas no setor de tecnologia e chamado a atenção dos especialistas em RPA.

De acordo com Max Cardoso, especialista em RPA da Certsys (consultora de transformação digital em empresas de todos os tipos), quando a automaç